Mário Matins: Acusados da morte de Beto do Espetinho são condenados em Afogados da Ingazeira

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Acusados da morte de Beto do Espetinho são condenados em Afogados da Ingazeira


Resultado de imagem para tribunal juriO Tribunal do Júri Popular de Afogados da Ingazeira condenou na madrugada desta quinta-feira, dia 12 de abril, dois réus acusados da prática de um homicídio, na tarde do dia 30 novembro de 2016. A vítima foi o comerciante, Carlos Alberto Bezerra da Silva, que era conhecido por Beto de Letícia, proprietário de um espetinho, assassinado a tiros de revólver, ao ser abordado em frente a sua residência, localizada na Avenida Artur Padilha, nas proximidades do Posto Texaco.
Os acusados, segundo relatos do processo, estavam em uma moto, sendo que um deles armado de um revólver desceu do veículo e atirou contra a vítima que ainda foi socorrida, mas veio a óbito. Dias depois, Adson Vinicius se apresentou na Delegacia de Polícia Civil de Afogados da Ingazeira, onde prestou depoimento, sendo encaminhado posteriormente a Cadeia Pública.
Júlio César Moraes também se apresentou na Delegacia de Polícia Civil local, foi encaminhado a Cadeia Pública e depois transferido para o Presídio Advogado Brito Alves, em Arcoverde.  Em seu depoimento nesta quarta-feira, ele (Júlio) negou a autoria do crime, atribuindo a Adson Vinicius, a participação ativa no caso, que em contrapartida, acusou Júlio.
Crime Premeditado
Para o representante do Ministério Público, o Promotor de Justiça Dr. Júlio César Cavalcanti Elihimas, que atuou no júri, o crime foi premeditado e a vítima foi assassinada sem defesa e por motivo fútil. Para o promotor, Júlio Moraes praticou os atos materiais, enquanto Adson Vinicius deu total suporte para a prática crime, pilotando a motocicleta ajudando a dar fuga.
A tese defendida pela acusação acabou sendo acatada pela maioria dos jurados, que decidiram pela condenação dos réus. Júlio César Moraes foi condenado a 17 anos e dois meses de reclusão, enquanto Adson Vinicius (Bolão) foi condenado a pouco mais de 12 anos. A Sessão foi presidida pelo Juiz Dr. Pablo Oliveira Santos, tendo como representante do Ministério Público, o Promotor Júlio César Cavalcante Elihimas. A defesa de Júlio Moraes foi feita pelo advogado Luciano Pacheco, já a defesa de Adson Vinicius foi feita pelo advogado Cid Matias de Amorim.






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