Mário Matins: Valas comuns são descobertas no Iraque com 400 corpos de mortos pelo Estado Islâmico

sábado, 11 de novembro de 2017

Valas comuns são descobertas no Iraque com 400 corpos de mortos pelo Estado Islâmico



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O novo governador da província de Kirkuk, no norte do Iraque,
Rakan Said, anunciou neste sábado (11) a descoberta de
várias valas comuns com mais de 400 corpos no distrito 
de Al Hauiya, que foi libertado do controle dos terroristas
 do Estado Islâmico (EI) em outubro.
As valas foram encontradas na antiga base militar americana
de Al Bakara, que foi usada pelos jihadistas para suas
 execuções extrajudiciais, segundo declarações de Said 
veiculadas porveículos da imprensa iraquiana.
Entre os executados, há pessoas vestidas com macacões de
cor laranja, com os quais os terroristas costumavam vestir os
condenados à morte, e outras com roupas civis.
Said informou que as valas revelam a "barbárie" do EI e pediu
ao governo iraquiano e à Comissão de Direitos Humanos que
se dirijam ao local onde os corpos foram encontrados para
realizar uma análise e identificar às vítimas.
Até o momento, as valas não foram cavadas e os corpos
 também não foram removidos, segundo o governador, que
detalhou que as autoridades locais aguardam a chegada de
 um comitê formado pelos Ministérios da Saúde e do Interior.
Os corpos estão distribuídos em cinco covas grandes, segundo
o responsável local, que detalhou que a descoberta ocorreu
graças a um pastor da região que conduziu as autoridades até
o local.
Segundo o relato do pastor, os terroristas assassinavam os
detidos com disparos, decapitações e ateando fogo.
Em Al Hauiya, que foi reconquistada no início de outubro após
três semanas de campanha militar, foram encontradas várias
valas comuns abertas pelos extremistas.
Em 28 outubro, as forças iraquianas encontraram outra vala
comum com pelo menos 50 corpos em Al Hauiya.
Durante a ofensiva contra o EI, as autoridades iraquianas
encontraram muitas valas comuns, entre elas uma com cerca
de 500 corpos na prisão de Badush, situada 25 quilômetros a
oeste da cidade de Mossul, no dia 11 de março.





G1

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