Mário Matins: PATRIOTA: O PREFEITO BONZINHO PRA AMUPE

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

PATRIOTA: O PREFEITO BONZINHO PRA AMUPE

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Sem dúvida alguma o prefeito de Afogados da Ingazeira foi muito generoso com a AMUPE, entidade a qual o mesmo é presidente, O gestor repassou um alto valor pra entidade nos anos de 2013 a 2015, só vindo diminuir drasticamente esse repasse em 2016 após a relatora Teresa Duere e o conselheiro substituto Marcos Nóbrega terem votado pela rejeição das contas de 2013.
O pedido de vistas pelo conselheiro Ranilson Ramos interrompeu a conclusão da votação da 1ª Câmara.

Pelos valores que conseguimos através do portal da TCE, dá para vislumbrar e observar que o prefeito José Patriota repassou um montante alto de recursos pra entidade, valor bem maior de outras cidades do Pajeú e tambem até do que Salgueiro, que é bem maior que Afogados. Vale salientar também que o município de Tabira também repassou altos valores nos anos de 2015 e 2016.


ANO
Afogados da Ingazeira
São José do Egito
Tabira
Flores
Salgueiro
Carnaiba
2013
170.800,00
13.160,00
  39.420,00
0,00
14.784,00
39.000,00
2014
158.300,00
19.826,00
  27.680,02
2.925,00
29.556,00
41.350,00
2015
163.625,00
15.516,00
138.250,00
0,00
33.840,00
44.640,00
2016
20.625,00
13.870,00
134.930,00
0,00
29.520,00
76.675,40








Confira um trecho da publicação do site do Tribunal de Contas de Pernambuco.


IRREGULARIDADES – De acordo com o voto da conselheira, 
a auditoria do TCE detectou na prestação de contas as seguintes 
irregularidades:
a) Recolhimento de contribuições previdenciárias referentes 
ao regime próprio fora do prazo, onerando o município pela
incidência de juros e multa; b) Contratação de artistas
“em desacordo com os princípios da moralidade, interesse
público e transparência”; c) despesas hospitalares sem 
comprovação no valor de R$ 62.706,67; d) Controle 
deficiente no gasto com combustíveis; e) Valores pagos a
maior nas rotas de transporte escolar no período de janeiro
a abril de 2013; f) Pagamento pela publicação de atos 
municipais já custeados pela mensalidade associativa,
caracterizando duplicidade; g) Contratação da Amupe para
prestação de serviços advocatícios, através de
inexigibilidade de licitação, sendo que esta entidade é 
uma associação de municípios e não demonstra singularidade
na prestação desse tipo de serviço; h) O escritório Walter
Agra Advogados Associados, que teria prestado serviços ao
município, não aparece no processo de inexigibilidade, 
nem no contrato, tampouco no empenho ou nas notas fiscais
e nos recibos, os quais estão todos em nome da Amupe.
Além de as contas terem sido julgadas irregulares, foi 
imputado um débito no valor de R$ 62.706,63 ao secretário
de saúde Gildázio José dos Santos Moura e no valor de
R$ 168.800,00 ao atual prefeito, solidariamente com a Amupe.  

Gerência de Jornalismo (GEJO), 21/07/2016


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