Mário Matins: Advogado que ameaçou matar juíza e promotora é preso na rodoviária com 210 gramas de maconha

terça-feira, 16 de junho de 2015

Advogado que ameaçou matar juíza e promotora é preso na rodoviária com 210 gramas de maconha

Demontier Tenório
Prisão aconteceu na Rodoviária de Juazeiro (Foto: Reprodução/Google Maps)
O advogado Evandro Rogério de Medeiros Tibúrcio, de 42 anos,
foi preso por militares do Ronda do Quarteirão no terminal
rodoviário de Juazeiro do Norte com 210 gramas de maconha.
Ele trazia a droga de Patos (PB) e levariapara sua cidade
Santa Luzia do Paruá (MA) após percorrer umtotal de
1.344 Km. O advogado mora na Rua Roseana Sarney
(Bairro Hotel Shalon) em Santa Luzia do Paruá e está
recolhido a uma cela especial da Penitenciária Industrial
e Regional do Cariri (PIRC) em Juazeiro.

O mesmo foi autuado em flagrante na 20ª Delegacia Regional de
Polícia Civil e vai responder por tráfico de drogas. Há cerca de
10 anos ele já tinha sido preso em flagrante no interior do
Fórum de Maracaçumé (MA) após ameaçar de morte a juíza
daquela Comarca, Débora Jansen, e a Promotora de Justiça,
Herlane Maria Fernandes, durante audiência. A magistrada
tinha proferido sentença contrária à petição do advogado
Evandro Tibúrcio que queria transformar um flagrante por
tráfico de drogas contra si próprio para usuário.

A juíza chamou a polícia e mandou prendê-lo. “Vou matar as
duas e destruir tudo”, disse em alto e bom tom o advogado ao
ser retirado da sala pelos PMs. Dr. Nóia falou ainda que iria
mudar o sistema prisional do país e que não iria mandar
ninguém matar a promotora e a juíza, ele mesmo o faria.
Ele declarou, também, que iria jogar uma bomba no Fórum
para matar todos os funcionários e destruir tudo. O advogado
já vinha ameaçando a magistrada e esta tinha registrado
ocorrência de ameaça na Delegacia de Polícia.

Segundo a polícia do Maranhão, Evandro Rogério já cumpriu
pena por tráfico de drogas. Além disso, já tinha sido preso
em Maracaçumé por ter ficado despido em uma festa e
não ter pagado a conta do bar. Ele responde ainda por
crimes de homicídio culposo em Santa Luzia do Paruá
e por tráfico de drogas em Santa Inês, igualmente no
Maranhão. Na Delegacia, o mesmo demonstrou ter
problemas mentais ao falar que “mil fuzileiros da
AL FATI estariam chegando a Maracaçumé para matar
todo mundo”.






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